Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones cap -22

“NEVER CAN SAY GOOD-BYE”

“NUNCA CONSIGO DIZER ADEUS”

Além da absurda teoria da conspiração, o relato mais condenatório que Janet deu foi sobre seu anterior processo civil contra a JC Penney Corporation e seu acordo de 152 mil dólares por ter sido supostamente molestada sexualmente pelos seguranças da loja. Uma das coisas que Janet alegou foi que um dos seguranças torceu seu mamilo durante 25 vezes.
“E, por favor, conte ao júri como você foi agredida sexualmente naquele estacionamento público”, Mesereau pediu.
“Ok. Eu fiquei deitada no chão enquanto eles batiam em mim, um dos caras da Tower Records que… Aliás, isso pode ser verificado. Acho que ele também foi demitido por ter feito isso com outras pessoas depois disso”, Janet explicava, “Mas, essa pessoa, enquanto eu estava deitada no chão, apanhando, ele pôs a mão no meu peito e na parte da frente da minha área privada.”
“Você se lembra de ter testemunhado que seu mamilo foi torcido de 10 a 25 vezes?”
“Sim.”, disse Janet, “E, novamente, foi… Ele queria me humilhar, como ele está tentando fazer neste momento, e me fazendo dizer milímetros por milímetros.”
“Você testemunhou esses fatos para conseguir dinheiro, verdade?”
“Sim. Era uma ação civil, sim, era.”
“Agora, você afirma que naquela ação judicial que o câncer de Gavin se agravou por causa dos seguranças, não é?”
“Eu acho que não. Eu acho que falei algo sobre Gavin estar fazendo o tratamento de quimioterapia na época em que eles queriam que ele desse seu testemunho.”
Enquanto Mesereau acabava com Janet em relação ao assunto de sua ação civil anterior, a Sra. Arvizo se tornava visivelmente irritada. Ela admitiu que havia “imprecisões” em seu depoimento contra a JC Peenney, alegando ter tentado fazer com que seu advogado corrigisse sua deposição antes que um acordo fosse alcançado. Quanto mais Janet afirmava suas imprecisões, quanto mais ela confirmava que partes de seu depoimento no caso contra a JC Penney eram falsas, menos as pessoas a ouviam.
Mesereau apontou que aquelas alegações feitas por ela contra a JC Penney foram corroboradas por seus dois filhos, Gavin e Star, que disseram em seus depoimentos terem presenciado a agressão sofrida pela mãe no estacionamento da loja JC Penney. O depoimento dos dois foram apresentados como evidência no julgamento, e Mesereau estabeleceu que, aos 9 anos, Star disse aos advogados que botou os seios da mãe “dentro do sutiã de novo” após o incidente da suposta torção no mamilo. Star Arvizo, que alegou ter testemunhado Jackson tocar seu irmão de forma inadequada, já tinha dito que vira um segurança da JC Penney tocar as partes íntimas de sua mãe.
Enquanto apresentava a deposição de Janet do caso contra a JC Penney, Mesereau conseguiu sugerir que Janet tinha ensaiado seus filhos para o testemunho. Mesereau trouxe à tona sérias dúvidas sobre o alegado ataca da JC Penney, e o júri entrou num dilema.
“No caso JC Penney, você afirmou sob juramento ter recebido socos no estacionamento da loja, correto?”, Mesereau perguntou.
“Sim.”
“No caso JC Penney, você afirmou sob juramento ter sido machucada com as algemas, usadas como se fossem soqueiras?”
“Eu me lembro de ter visto a mulher com os dedos dentro das algemas, tipo assim…”, Janet falou, fazendo gestos para o júri.
“E depois de ter sido ferida todas essas vezes no estacionamento, você disse que pensou que iria morrer, e foi como se você estivesse numa caverna em um túnel. Você se lembra disso?”
“Sim, senti isso mesmo.”
“Você falou que os seguranças machucaram Gavin e Star, correto?”
“Por favor, você pode ler pra mim, me mostrar onde diz isso?”, Janet pediu.
“Ok”, Mesereau disse, caminhando até Janet para lhe mostrar a citação.
“Oh, sim, porque o meu filho, os meus dois filhos foram feridos.”, declarou Janet.
Enquanto respondia à perguntas incômodas, ficando bastante nervosa no banco das testemunhas, Janet confirmou que, no dia do incidente da JC Penney, ela e seu marido, David, foram levados até a cadeia da cidade, tendo ambos sido presos no estacionamento da loja em West Covina. Após terem seus celulares e outros itens pessoais confiscados e após que a impressão das digitais e as fotos de cada um foram tiradas, eles pagaram uma fiança de 250 dólares e foram liberados em questão de algumas horas. O registro da polícia de West Covina desse incidente, datado de 27 de agosto de 1998, descreveu Janet Ventura Arvizo como não tendo nenhum problema físico visível e que não necessitava de atenção médica especial.
Mas, algum tempo depois, Janet Arvizo apareceu no escritório de um advogado para fazer acusações sobre agressões físicas e sexuais recebidas por ela dos seguranças da JC Penney. Ela entregou meia dúzia de fotos como “evidência”. Enquanto continuava a perguntar à Jaet sobre suas queixas no anterior processo civil, Tom Mesereau fez com que o júri notasse o padrão que Janet Arvizo e sua família haviam estabelecido muitos anos antes.
Os Arvizos e seus filhos tinham o hábito de usar advogados. Em tenra idade, Gavin aprendera a processar as pessoas por “danos”.
Quando Mesereau trouxe outras alegações de abusos feitas por cada membro da família Arvizo, os jurados ficaram mortificados. No início, Janet tentou negar que David costumava ser violento com ela e as crianças. Mas depois, ela testemunhou que ocorreram outras alegações de abuso dentro de sua família, que tinham sido concedidas várias ordens de restrição contra seu ex-marido. Enquanto Janet foi obrigada a verificar os relatórios de abuso que Mesereau tinha em mãos, os membros do jurado ficaram visivelmente tensos.
“Você foi investigada pelo Departamento de Crianças e Serviços Familiares nos anos 90, quando Gavin alegou que você tinha o agredido. Se lembra disso?”, Mesereau perguntou.
“Sim, lembro.”, respondeu Janet.
“Ok. Você tinha um bom relacionamento com o Departamento de Crianças e Serviços Familiares na época?”
“Sim, eu tinha.”
“Ok. Ele te acusou de abuso e depois mudou de ideia, correto?”
“Não, isso está incorreto.”
Janet tentou explicar sobre a investigação feita nos anos 90, tentando minimizar o significado das acusações de abuso feitas por Gavin. Mas sua explicação realmente não fazia sentido.
Janet disse ao júri que Gavin, quando estava no jardim de infância, tinha ido à enfermaria da escola para dizer que não queria mais voltar pra casa porque não queria mais se meter em problemas. Janet Arvizo não foi muito clara, suas memórias sobre esse evento estavam convenientemente nebulosas. No entanto, ela admitiu que, devido à queixa de Gavin para a enfermeira, alguém do DCFS apareceu em sua casa para verificar se o menino vivia num ambiente seguro.
Embora Janet tenha tentado dar uma interpretação positiva sobre esse incidente, chamando a visita do DCFS como “outra experiência positiva”, ninguém do júri comprou a ideia de que uma visita do Departamento de Crianças e Serviços Familiares pudesse ser uma coisa boa.
“Gavin tinha te acusado de abuso e, em seguida, mudou a história, não foi?”, Mesereau pressionava.
“Não. O que você está dizendo é incorreto”, Janet rebateu.
“Você acabou de dizer ao júri que ele te acusou de abuso, certo?”
“E não tem importância. Ele estava no jardim de infância. E a forma como a enfermeira, ou professora, quem quer que fosse, comunicou ao DCFS, e foi isso. Está tudo bem.”, testemunhou Janet.
Mas não estava tudo bem. A história de Janet foi quebrada. Enquanto ela falava, suas frases foram se tornando ininteligíveis. Para Mesereau, a Sra. Arvizo estava tentando negar outras anedotas espalhafatosas. Enquanto Janet discutia calorosamente com Mesereau, os observadores da Corte ouviram sobre as acusações de abuso dos outros membros da família Arvizo. Por exemplo, a filha de Janet, Davellin, já havia testemunhado que fora abusada sexualmente pelo pai. Quanto mais a mãe Arvizo contava diferentes versões das histórias, mais as pessoas notavam que Janet vivia num mundo de falsas acusações e insinuações sexuais.
Enquanto Janet Arvizo continuava falando sua versão de sua história pessoal, Michael Jackson encarava a mulher, olhando diretamente através dela. Uma ou duas vezes, Janet tirou os olhos dos jurados, dirigindo de forma direta seus comentários ao pop star. Janet estava tentando ter uma conversa pessoal com Michael do banco das testemunhas, e Michael deu a ela alguns olhares desaprovadores.
Mas, na maioria das vezes, ele parecia cansado das palhaçadas da Sra. Arvizo.
Foi surreal observar Janet tentando ter um último bate-papo com Michael diante de um tribunal lotado. Enquanto ela falava fora de hora, enquanto se recusava a cumprir as regras da Corte, as pessoas começaram a se perguntar sobre a compreensão de Janet de fato VS. Ficção.
Percebendo que Janet Arvizo tinha dificuldades ao dar respostas diretas sobre qualquer coisa, os observadores do tribunal exalavam um desprezo silencioso. Às vezes, Janet dizia ao júri que achava que ela tinha “imaginado coisas”, o que as pessoas estavam aptas a acreditar. Janet declarou que nunca presenciou qualquer ato de abuso, e afirmou que soube das acusações de Gavin depois que a família foi ver o Dr. Stanley Katz. Quanto aos toques inapropriados, Janet alegou que “pensou” ter testemunhado Michael lamber o cabelo de seu filho no jato privado, mas disse ao júri que não tinha muito certeza sobre aquilo. Em um ponto, Janet declarou que poderia ter “visto coisas”.
Quando falou sobre ter visto esse suposto ato, um ato que Gavin nunca mencionou, pareceu estranho que Gavin estivesse dormindo enquanto aquilo acontecia, que o jovem não tenha sentido algo. Além disso, parecia improvável a ideia de que Jackson fosse lamber a cabeça de alguém na frente do pessoal da Extrajet, para não mencionar todos os outros passageiros do vôo.
Enquanto ligava suas engrenagens, Mesereau perguntou à Janet sobre se esconder da imprensa; ele queria mostrar ao júri que a Sra. Arvizo tinha ido para Miami a fim de fugir dos repórteres de Los Angeles. Mas Janet negou isso completamente. Ela contou aos jurados que estava apenas preocupada com os misteriosos “assassinos” que faziam ameaças de morte, e alegou que ela não se preocupou com o pessoal da mídia rondando sua casa em East Los Angeles.
Durante o interrogatório, Janet finalmente admitiu ter feito, de fato, uma queixa sobre o assédio da mídia, que ela queria ficar longe da multidão de repórteres que a perseguiam em Los Angeles. As a confissão de Janet veio somente quando Mesereau apresentou uma parte da fita em que os jurados puderam ouvir Janet Arvizo se queixando à Frank Cascio.
A fim de obter uma declaração de Janet sobre os fatos, Mesereau foi forçado a se referir à conversa gravada, que, em diversas vezes, entrou em conflito com o testemunho anterior de Janet.
“Você diz aqui: „Eu sei que nós somos uma família, Frank. Eu, você, eu, meus filhos, somos uma família. Você, Marie Nicole, meus filhos, Baby Rubba são uma família. Michael, Marie Nicole, você, eu somos uma família, e os meus pais. Isso é tudo o que tenho‟. Consegue ler isso?”, Mesereau perguntou.
“Sim”, Janet disse, lendo a transcrição de sua conversa telefônica com Frank.
“Agora… Essa conversa ocorreu depois que você disse ter escapado de Neverland com Jesus [Salas], verdade?”
“Correto.”
“E você ainda estava chamando Michael de sua família, correto?”
“Está correto, sim.”
“Você não fugiu de Neverland na verdade, não é?”, Mesereau brincou.
“Ah, eu fugi, sim”, Janet insistiu.
“Quantas vezes você retornou à Neverland após essa sua primeira fuga?”
“Depois que fui convencida por Frank de que eles eram pessoas boas, voltei com Chris imediatamente”, Janet contou, “Eu voltei no mesmo dia, e Vinnie me levou de volta, e é isso. Eu acho. Estou tentando resumir as informações daqueles dois dias.”
“Bem, é um total de três fugas, não é?”
“Você está incluindo aquela eu que eu saí definitivamente e nunca mais voltei?”
“Sim. E talvez sejam até quatro fugas. Quantas vezes você fugiu de Neverland?”, Mesereau queria saber.
Mas Janet Arvizo não conseguiu responder. Janet parecia ter um enredo sobre suas fugas e seus retornos à Neverland, e, vez ou outra, ela falava sobre o rancho como se tivesse acontecido num mundo de sonhos. Ou ela estava tentando fugir das perguntas, ou estava realmente confusa sobre sua realidade. Em termos de suas “fugas” de Neverland, Janet pediu à Tom Mesereau que por gentileza lhe dissesse a resposta. Enquanto ficava esgotada e confusa no banco das testemunhas, todo mundo na sala ficou atordoado.
Os observadores do tribunal fofocavam furiosamente sobre Janet durante os intervalos, se perguntando por que a promotoria tinha a colocado como testemunha. Janet se tornou uma piada, e a maioria das pessoas pensava que a mulher estava fora de sua mente. As pessoas comentavam que a Sra. Arvizo parecia fora de contato com a realidade. O pessoal da imprensa ria sobre o fato de que Janet declarara com mais certeza sobre seus tratamentos de depilação de cera nas pernas, nas virilhas, nas sobrancelhas, do que ela declarou sobre Michael Jackson e seus associados e o suposto cativeiro em que sua família ficou.
A ideia de que todos estavam tomando notas sobre as depilações de cera fez com que a maioria dos membros da mídia rissem sozinhos. Por um momento, Janet se tornara a estrela do julgamento, e as pessoas assistiram com espanto, esperando a próxima loucura sair de sua boca.
Janet continuou dizendo ao júri sobre os “associados” de Michael, a quem ela chamou de “os alemães”. Mas a mulher declarou que não tinha nenhum conhecimento concreto sobre a ligação de Dieter Weisner  e Ronald Konitzer com a vida de Michael Jackson. Sobre “os alemães”, Janet parecia achar que eles eram encarregados dos assuntos de Jackson, e insistiu que Dieter e Ronaldo estavam tentando controlá-la. Ela disse ao júri que “os alemães” eram os problemas dela, mas quando solicitada a elaborar isso, Janet só conseguiu dizer que não gostava da presença de Dieter e Ronald.
Janet alegou que os homens alemães a assustavam e afirmou que eles a disseram uma vez que poderiam fazê-la desaparecer. Quando perguntada por que, se ela se sentia tão ameaçada, nunca fizera uma tentativa de falar com a polícia sobre os dois homens, Janet evitou a questão. Mesereau perguntou por que Janet pôs os pés em Neverland de novo se temia por sua vida. Mas Janet não tinha uma resposta.
“Você ainda está dizendo ao júri que tudo de bom que você falou sobre Michael no vídeo de refutação veio de um roteiro?”, Mesereau perguntou.
“Sim.”, Janet insistia.
“Você disse ao júri que, quando fez a fita, todas as coisas boas que falou sobre o Sr. Jackson foram ensaiadas, correto?”
“No vídeo de refutação que eles fizeram, a coisa inteira, do início até o fim, incluindo os bastidores… Foi tudo roteirizado, tudo isso.”
“Sra. Arvizo, o que você disse sobre Michael Jackson ser paternal, era essa a verdade?”
“Tudo aquilo foi ensaiado por Dieter e Ronald”, Janet insistiu, “É tudo atuação.”
“As palavras que você disse são verdadeiras ou falsas?”
“As palavras que eu disse faziam parte de um script.”
“Você estava dizendo a verdade ou não?”
“Eu estava atuando.”
“Você achava que Gavin também estava atuando nesse vídeo?”, Mesereau perguntou.
“Sim, porque eu tinha visto Dieter trabalhar com os meus filhos antes de Jesus ter nos levado de volta pra casa da minha mãe. Eu já tinha visto o Dieter trabalhar comigo e com os meus filhos.”
“Você acredita que o que Gavin disse era verdade ou não?”
“Eu acredito que ele estava mantendo o roteiro.”
Mesereau perguntou sobre a questão de Michael como uma figura paterna e, curiosamente, Janet admitiu que, mesmo durante suas supostas tentativas de fuga em Neverland, ela teve que se referir à Michael Jackson como sua “família”. O testemunho de Janet Arvizo foi extremamente contraditório. Enquanto a julgavam, as pessoas decidiram que a mulher estava vivendo num mundo de paranoia. Depois de um tempo, tudo o que Janet dizia parecia ser inválido, e certos membros do júri estavam revirando seus olhos.
Cheias de teorias de conspiração e acusações de que Michael Jackson era o idealizador de uma trama, as pessoas olhavam para Janet como se ela tivesse seis cabeças.
Janet Arvizo foi um desastre para a promotoria.
Durante o interrogatório, Mesereau foi capaz de mostrar que Janet usou Michael em doações de sangue e arrecadações de fundos, e tinha encontrado outras maneiras de usá-lo para tirar dinheiro para a causa de Gavin. O advogado de defesa lembrou aos jurados que Jackson tinha aberto sua casa para a família Arvizo e tinha permitido que Gavin e Star ficassem em sua casa quando Gavin ainda era um garoto miudinho e careca numa cadeira de rodas. Nenhuma outra celebridade fez tal oferta.
Do banco das testemunhas, Janet deu o seu melhor pra negar que Michael havia ajudado a curar seu filho do câncer. Ela questionou os motivos de Jackson e negou que ele tivesse agido por amor e boa vontade. Mas o fato era: Michael Jackson dedicara muito tempo e esforço à Gavin Arvizo, e, com as orações e a ajuda de Michael, o câncer de estágio 4 de Gavin entrara em remissão. Não tinha como negar que Jackson desempenhara um grande papel na recuperação milagrosa do garoto. Não havia dúvidas na mente de todas as pessoas.

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Michael ... "Quando olho no dentro dos seus olhos eu sei que é verdade.Deus deve ter gasto um pouco mais de tempo em você!"
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