Livro Man In The Music – By -Joseph Voguel

Estou muito agradecida ao Blog The Man In The Music

Todos os créditos desta tradução são da Daniela Ferreira tradutora deste trabalho em seu  Blog  o qual me permitiu a postagem  e divulgação e compartilhamento deste incrivel livro

Boa leitura a todos e vejam , sintam ,absorvam o homem na musica!

For L.O.V.E !

Contracapa ,dedicatória e Prefácio

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Man in the Music

A Vida Criativa e Obra de

Michael Jackson

JOSEPH VOGEL

Prólogo por Anthony DeCurtis

DEDICADO A PRINCE MICHAEL, PARIS E BLANKET

De muitas formas, o artista é a obra dele.”Michael Jackson

No fundo, eu sinto que este mundo em que vivemos é realmente um grande, enorme, monumental orquestra sinfônica. Eu acredito que em sua forma primordial, toda criação é sons, e isso não é apenas ruídos aleatórios, mas música… Música governa o ritmo das estações, o pulso das batidas do coração, a migração dos pássaros, o fluxo e refluxo das ondas do oceano, o ciclo do crescimento, evolução e extinção. Isso é música, isso é ritmo. E meu objetivo na vida e dar ao mundo o que eu tive sorte de receber: o êxtase da divina união entre minha música e minha dança.” Michael Jackson

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PREFÁCIO

Este livro começou na época que foi, sem dúvida, a hora mais sombria de Michael Jackson. Por quase dois anos, seguinte ao infame documentário de Martin Bashir, Living With Michael Jackson, ele tem sido objeto de um frenesi da mídia. O julgamento dele atraiu mais de 2 mil reporteres, vindos de, pelo menos, 35 países diferentes. Recebeu mais cobertura que a guerra no Iraque e o genocídio no Sudão.
Os peritos de tabloides, liderados por âncoras de noticiários de entretenimento, como Nancy Grace e Diane Dimond, fundiram-se, perfeitamente, aos noticiários, nos quais, a especulação sobre Jackson era o tópico principal em praticamente todos os noticiários e canais de entretenimento, praticamente todas as noites, por mais de seis meses. A maioria assumiu que Jackson é culpado e usou isso para ridicularizar tudo, da aparência dele aos filhos e as varias excentricidades dele. “A América está feita com este cara”, proclamou o conservador apresentador da Fox, Bill O’Reilly. “Ele é um maluco.”

Quando eu cheguei a Santa Maria, Califórnia, naquele verão, eu testemunhei um uma atmosfera circense. A mídia tinha se estabelecido na pequena cidade. Trailers, barracas e satélites em volta do tribunal; reporteres em todos os lugares, de pé em frentes às câmeras, conduzindo entrevistas e falando no celular. Centenas de fãs estavam lá também, é claro, e outros que, simplesmente, queriam vender alguma coisa, fofocar ou aparecer na TV.

O que rapidamente se tornou aparente, porém, foi quão pouco interesse havia nas evidencias, decência, nuança ou objetividade. Audiências e manchetes dependem de incessante fluxo de sensacionalismo, insinuação, boatos e especulação e isso foi exatamente o que a audiência recebeu. Jackson foi reduzido a uma aberração de circo. Ele foi o Homem Elefante dos dias modernos, sendo tratado como um ser humano em meio a uma multidão de espectadores de dedos apontados para ele. O jornalista bretão, Charles Thompson, chamou isso de “um dos mais vergonhosos episódios da história do jornalismo”. O observador político Jeff Koopersmith caracterizou isso como um “linchamento high-tech”.

Jackson, é claro, foi definitivamente absolvido de todas as acusações. Porém, o dano já tinha sido causado. A música revolucionária tinha sido sufocada pela cacofonia de barulho, os vídeos e danças apagados e substituídos pela imagem de um homem quebrado, caminhando cuidadosamente, para fora de um tribunal.

Quando eu comecei o livro, então, meu objetivo era recuperar Michael Jackson, o artista. Os escândalos e excentricidades foram cobertos exaustivamente (e a maior parte de forma especulativa e superficial). O verdadeiro trabalho criativo dele, parece, para mim, foi, ontem e hoje, infinitamente  mais rico, interessante e atraente. Isso é o que eu espero trazer de volta ao foco.

Nos últimos cinco anos, eu li quase todos os livros escritos sobre o pop star. Dado o impacto cultural dele, é extraordinário como pouco da substancia está disponível. Enquanto alguém pode encontrar uma vasta gama de livros sérios, profundos, sobre Elvis Presley ou Os Beatles, a maioria dos títulos sobre Jackson caem em duas categorias: autopublicações de fãs aduladores ou sensacionalistas tabloides “conta-tudo”. Houve algumas exceções, mais notavelmente, a autobiografia de Jackson, Moonwalk, e o volumoso livro de J. Randy Taraborrelli, Michael Jackson: The Magic and the Madness. Durante o período da minha pesquisa (e particularmente depois da morte dele) outros livros substanciais apareceram, incluído o catálogo de referencia de Chris Cadman e de Craig Halstead, Michael Jackson: For The Record, a eloquente coleção de ensaios de Armond White, Keep Moving: The Michael Jackson Chronicles, o editado volume de Mark Fisher, The Resistible Demise of Michael Jackson e o técnico, mais iluminador, livro do engenheiro musical, Bruce Swedien, In the Studio With Michael Jackson.

Enquanto cada um desses livros oferece importantes contribuições, no entanto, eu continuo sentindo falta de um livro que aprecie todo o corpo de trabalho de Jackson: álbum por álbum, música por música, isso foi esquecido. Meu primeiro modelo foi o clássico de Ian McDonalds, A Revolution in the Head: The Beatles’s records and Sixties. Embora, de diversas maneiras, meu livro acabasse sendo estruturado bem diferentemente – eu escolhi organizar por álbum e enfatizar o contexto e interpretação mais do que as inovações técnicas – Eu ainda espero que este livro desempenhe um papel similar em termos de profundidade, extensão e abrangência.

Embora esta não fosse a cobertura que eu estava planejando, grande parte da crítica musical (particularmente sobre Jackson) tem sido redutiva e condescendente. Eu queria escrever algo histórico e criticamente rigoroso, mas abordar o tema com menos cinismo e mais curiosidade: O que Jackson está tentando transmitir? O que o trabalho dele ilumina, provoca, expressa? Como é feito? E que tipo de reação (reações) ele esperava extrair? Eu concordo com o crítico literário, Mark Edmundson, que a arte da interpretação deveria, pelo menos, estar com a intenção de ver o mundo pela perspectiva do artista, para “chegar a uma versão do trabalho que o (artista), como nós o imaginamos, aprovaria e ficaria satisfeito”.

O livro que se desenvolveu a partir dessa filosofia foi, inevitavelmente, assustador de se escrever. Fazer justiça a qualquer artista é um desafio, mas Michael Jackson é muito único.
Talvez o mais difícil tenha sido a) acumular bastantes informações confiáveis para desenvolver um claro senso de quando, onde, por que, como e com quem, o trabalho dele foi feito e b) desenvolver alguns degraus de fluência em todos os meios midiáticos que o trabalho dele utilizou: música, canto, dança, filmes, estúdio, tecnologia, etc.
O que eu rapidamente percebi é que meu papel seria, necessariamente, ser mais pesquisador e entrevistador que autor, e que eu deveria permitir que as pessoas que o conheceram há mais tempo falassem, elas mesmos. Por fim,eu li uma ampla quantidade de relatos internos, revisões e análises do trabalho de Jackson; eu li todas as entrevistas que Michael Jackson deu desde 1977 em diante; eu li tantas entrevistas, quanto eu pude encontrar, das pessoas que trabalharam com ele, incluindo Quincy Jones, Bruce Swedien, Rod Temperton, Teddy Riley, Rodney Jerkins, Matt Forger, Brad Buxer e Bill Bottrell. Talvez, o mais esclarecedor, porém, foi a entrevista pessoal que eu conduzi com muitas dessas pessoas e outras que trabalharam em estreita colaboração com Jackson. Falar com os parceiros criativos de Jackson: produtores, engenheiros, diretores musicais e técnicos, forneceu uma fascinante visão interna de como Jackson operava como um artista e como específicas músicas e álbuns surgiram.
Muitas das pessoas com quem conversei tinham raramente falado sobre Jackson em público antes. Mas todos foram generosos com o tempo deles e ficaram contentes que o Jackson que eles conheceram fosse, finalmente, representado em um livro.

Também foi de grande ajuda na minha pesquisa a Rolling Stone, cujos arquivos forneceram rico e relevante material de, aproximadamente, todos os estágios da carreira de Jackson. Além disso, os arquivos da revista Times, The New York Times, Ebony e os arquivos dos sites de Michael Jackson foram inestimáveis. O espólio de Michael Jackson foi, também, muito generoso com o retorno e o apoio deles.

Infelizmente, eu nunca consegui entrevistar Michael Jackson. Na noite antes de ele morrer, eu estava trabalhando neste livro. Eu esperava entrevistá-lo em Londres, durante a série de concertos dele, This Is It. Eu soube de uma rara entrevista que ele deu a Ebony, em 2007, que ele estava ansioso para voltar a focar no trabalho dele, para ser percebido com um artista, não com excentricidades de tabloides. Mas, então, veio a trágica notícia.

Eu fiquei aturdido. Como muitas outras pessoas, eu cresci com Michael Jackson. Ele significa para mim, o que artistas transformativos com Elvis Presley, John Lenon e Bob Dylan significaram para as gerações anteriores de pessoas jovens. A primeira vez que eu vi a apresentação da Motown 25, aos nove anos de idade, eu fui, absolutamente, cativado.
Eu costumava colocar a minha VHS: Michael Jackson: The Legend Continues para tocar o tempo todo e eu costumava pedalar minha bicicleta até a escola escutando músicas como “Beat it”, “Man In the Mirror” e “Black or White”, no meu Walkman. Com o passar doas anos, meus interesses musicais mudaram e se desenvolveram, mas minha fascinação por Michael Jackson persistiu, eu sempre apreciaria o trabalho dele de novas formas e em novos níveis.

Com a morte dele, então, feio um profundo sentimento de perda e tristeza sobre o que poderia ter sido. Mas como Jackson colocou, premonitoriamente, apenas dois anos antes (citando um dos heróicos artistas dele próprio, Michaelangelo): “Eu sei que o criador partirá, mas a obra dele sobrevive.
Isto é escapar da morte, eu tento ligar minha alma ao meu trabalho.” Isso, talvez, tenha sido o mais revelador comentário que ele já fez sobre o que ele esperava do legado dele.

Criando este livro, eu mergulhei neste trabalho cheio de alma. Com cada visita retornada, novidades e excitantes descobertas desenroladas.

É minha esperança que Man In The Music irá inspirar uma experiência similar para outros, servindo como uma porta de entrada para o mundo criativo de um dos mias originais artistas do século passado.

JOSEPH VOGEL

Abril de 2011

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Prólogo

Introdução I “Uma Grande Aventura”

Introdução II “A Personificação da Música”

Indrodução III “Uma Educação Incomum”

Introdução IV ”Um Mundo de Imaginação”

Introdução V “Incorporando Mídia”

Introdução VI “Cantando Além da Linguagem”

Introdução VII “Música é Tapeçaria”

Introdução VIII “Evolução Artística”

Introdução IX “Quebrando Barreiras”

Introdução X ” Morte e Renascimento”

Introdução XI ” O Homem na Música”

Livro Man In The Music – Cap 1 -“Off The Wall”

Livro Man In The Music – Cap 1 -Off The Wall -AS MÚSICAS Don’t Stop ‘Till You Get Enough,Rock With You

Livro Man In The Music -Cap 1 – Off The Wall Workin’ Day and Night, Get On The Floor

Livro Man In The Music- Cap 1 – Off The Wall – Off The Wall, Girlfriend

Livro Man In The Music -Cap 1 -Off The Wall  -She’s Out Of My Life,I Can’t Help It

Livro Man In The Music -Cap 1- Off The Wall , It’s The Falling In Love,Burn The Disco Out

Livro Man In The Music -Cap 1 – Off The Wall : “Outras Notáveis Canções da Era Off The Wall”

Livro Man In The Music- Cap 2 -Thriller

Livro Man In The Music – Cap 2 – Thriller – AS MÚSICAS – Wanna Be Startin’ Somethin,Baby Be Mine

Livro Man In The Music -Cap 2 – Thriller – The Girl Is Mine ,Thriller

Livro Man In The Music- Cap 2 – Thriller- Beat It , Billie Jean

Livro Man In The Music- Cap 2 – Thriller Human Nature , “P.Y.T”, “The lady in my life

Livro Man In The Music-Cap 2 – Thriller “Outras Notáveis Canções da Era Thriller”

Livro Man in the Music -Cap 3 – Bad

Livro Man in the Music -Cap 3 – Bad (continuação)

Livro Man In The Music- Cap 3 – Bad- AS MÚSICAS Bad ,The way you make me feel

Livro Man in the music- Cap 3 – Bad  Speed Demon, Liberian Girl, Just good friends

Livro Man in the music – Cap 3 – Bad  Another Part of Me,Man in the mirror

Livro Man in the music-Cap 3 – Bad I Just Can’t Stop Loving You,Dirty Diana

Livro Man In The Music -Cap 3 – Bad – Smooth Criminal, Leave-me alone

Livro Man In The Music-Cap 3 – Bad  Outras Notáveis Canções da Era Bad

Livro Man In The Music – Cap 4 – Dangerous

Livro Man In The Music- Dangerous Cap 4 (continuação)

Livro Man In The Music -Cap 4 – Dangerous-AS MÚSICAS – Jam , Why You Wanna Trip On Me

Livro Man In The Music – Cap 4 – Dangerous- In The Closet, She Drives Me Wild

Livro Man In The Music- Cap 4– Dangerous – Remember the Time,Can’t Let Her Get Away

Livro Man In The Music -Cap 4 – Dangerous – Heal the World, Black or White

Livro Man In The Music-Cap 4-Dangerous- Who Is It,Give In To Me.

Livro Man In The Music -Cap 4 – Dangerous- Will You Be There,Keep the Faith

Livro Man In The Music -Cap 4 – Dangerous – Gone To Soon,Dangerous

Livro Man in the music – Cap 4 – Dangerous: “Outras Notáveis Canções da Era Dangerous”

Livro Man In The Music -Cap 5 – HIStory

Livro Man in the music Cap 5 – HIStory (continuação)

Livro Man in the music – Cap 5 – HIStory –AS MÚSICAS  Scream,They Don’t Care About Us

Livro Man In The Music- Cap 5 – HIStory : Stranger in Moscow,This time around

Livro Man In The Music – Cap 5 – HIStory : Earth Song,D.S

Livro Man in the music -Cap 5 – HIStory: Money, Come together

Livro Man In The Music -Cap 5 – HIStory: You Are Not Alone,Childhood,Tabloid Junkie

Livro Man In The Music -Cap 5 – HIStory: 2Bad,HIStory

Livro Man in the music – Cap 5 – HIStory : Little Susie,Smile

Livro Man In The Music- Cap 5 – HIStory : Outras Notáveis Canções da Era History

Livro Man In The Music- Cap 6 – Blood On The Dance Floor

Livro Man in the music Cap 6 – Blood On The Dance Floor – AS MÚSICAS:Blood on the Dance Floor, Morpfhine

Livro Man In The Music-Cap 6 – Blood On The Dance Floor : Superfly Sister,Ghosts

Livro Man In The Music Cap 6 – Blood on the Dance Floor: Is It Scary

Livro Man in the music – Invencible – Cap 7

Livro Man in the music -Invencible (continuação)

Livro Man in the music – Cap 7 – Invincible AS MÚSICAS : Unbreakable, Heartbreaker

Livro Man In The Music -Cap 7 – Invincible : Privacy,Don’t walk away

Livro Man in the music -Cap 7 – Invincible : Invincible, Break of Down

Livro Man in the music -Cap 7 – Invincible: Heaven Can’t Wait, You Rock My World

Livro Man In The Music – Cap 7 – Invincible : Butterflies, Speechless

Livro Man in the music -Cap 7- Invincible : 2000 Watts ,You Are My Life’

Livro Man In The Music -Cap 7 – Invincible : Cry ,The Lost Children

Livro Man In The Music – Cap 7 – Invincible : Whatever Happens , Threatened

Livro Man In The Music – Cap 7 – Invincible: ” Outras Notáveis Canções da Era Invincible ”

Livro Man In The Music -Cap 8 – Os Últimos Anos

Livro Man In The Music-Apêndice: Álbum MICHAEL

Livro Man In The Music-Álbum Michael AS MUSICAS :Hold My Hand, Hollywood Tonight

Livro Man In The Music-Álbum Michael : Keep Your Head Up, (I Like) The Way You Love Me

Livro Man In The Music -Álbum Michael :Monster,Best of Joy

Livro Man In The Music – Álbum Michael – Breaking News,(I Can’t Make It)Another Day

Livro Man In The Music -Álbum Michael : Behind the Mask,Much too Soon

Sobre PoemforMJ

Michael ... "Quando olho no dentro dos seus olhos eu sei que é verdade.Deus deve ter gasto um pouco mais de tempo em você!"
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