Livro Man In The Music: Introdução I “Uma Grande Aventura”

INTRODUÇÃO

UMA GRANDE AVENTURA

Michael Jackson sempre explicou o processo criativo dele como um ato de recuperar algo que já existe. Ele é apenas um “canal” trazendo-o ao mundo, um meio pelo qual a música flui. Ele citava a filosofia de Michaelangelo de que dentro de cada pedaço de pedra ou mármore existe uma “forma adormecida”. “Ele apenas a liberta”, Jackson insistia. “Já estava lá. Já estava lá.”

Como um artista, o trabalho de Jackson era sobre libertação. Ele queria libertar o que estava limitado, transformar o que estava petrificado e despertar o que estava dormente. Ele queria ultrapassar qualquer obstáculo que embaraçava a imaginação, qualquer amarra – psicológica, social ou política – que aprisionava o corpo e a mente. Isso é o que arte representa para ele como pessoa e esse foi o intencional efeito dele sobre o público dele, também.

Para milhões de pessoas, em todo o mundo, é claro, isso é exatamente o que ele realizou. Para admiradores, ele sempre foi mais que um mero artista ou pop star. Ele era música encarnada. Escutar a música dele ou assistir à performance dele era um injeção de vida, uma torrente de poderosas emoções. Alguns escutavam a música dele com um ápice de êxtase espiritual. Outros a comparavam a um exorcismo. Fãs falam sobre se sentirem transportados, poderosos, conectados, inspirados. Depois de testemunhar o concerto da Bad World Tour, em 1988, o jornalista da Newsweek, Jim Miller, descreveu Michael como possuindo a “surpreendente febre do predecessor dele, James Brown, a sedução de Diana Ross, a emoção infalível de Charlie Chaplin, o júbilo extremo de um homem surpreendente. A multidão suspirava e gritava…”.

Jackson, às vezes, comparava a energia recíproca de uma performance a um Frisbee: “Você o pega, você toca e você o atira de volta.” As audiências, ele acreditava, era mais que espectadores passivos, elas eram uma vibrante comunidade, composta por pessoas de todas as idades, raças religiões e culturas, de pé, lado a lado, temporariamente ligadas à magia coletiva da música dele, imaginando um mundo novo. “Você pode levá-los a qualquer lugar”, ele falava efusivamente. Esse era o presente dele como um artista: a habilidade de dissolver em histórias, emoções, a magia da música, e levar multidões de todas as culturas com ele. Ele chamou esse laço criativo de muitas coisas durante os anos: escapismo, entretenimento, carisma, arte. Mas em última análise, para Jackson, isso era sobre compartilhar e receber amor.

A personificação da música

Sobre PoemforMJ

Michael ... "Quando olho no dentro dos seus olhos eu sei que é verdade.Deus deve ter gasto um pouco mais de tempo em você!"
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Uma resposta para Livro Man In The Music: Introdução I “Uma Grande Aventura”

  1. Norma Arias disse:

    Estoy tan agradecida por esta publicación tan maravillosa!!!!! La descripción de Michael es justo todo lo que uno siente pero no puede explicar. Gracias a Dios por haberte dado el don de la poesía para transmitir tan bien tus emociones, que son las mías!!! Realmente creo que Dios ocupó un poco más de tiempo para crear a Michael.

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